OlÁ PESSOAL!!!!
Como estamos estudando, o uso de meios tecnológicos é fundamental e importante no ambito escolar!! Eles são recursos que auxiliam e despertam interesse por parte dos alunos!!
No site da globo.com, encontrei um vídeo bem interessante que mostra os Estudantes do 3º ano do ensino médio do Colégio Sion, de São Paulo. Neste vídeo eles comentam como usam a internet na hora dos estudos e trabalhos escolares. Eles falam sobre os cuidados que tomam ao consultar conteúdos em sites da internet e citam quais as ferramentas mais usadas.
O link para acessar é http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1190829-5604,00-ALUNOS+DO+SION+FALAM+SOBRE+USO+DA+INTERNET+PARA+TRABALHOS+ESCOLARES.html
Dica: É sempre importante e vital que os professores renovem suas visões, pensamentos e estejam aptos as mudanças que a escola precisa e exige!!!
quarta-feira, 27 de maio de 2009
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Pais não devem fazer tarefas escolares dos filhos!!

"A entrada dos filhos na escola costuma ser para os pais algo muito sofrido. Esse passo é a concretização do crescimento e o bater de asas dos pequenos. E é também o início deles no mundo competitivo, onde estarão sendo, mesmo que se diga o contrário, comparados em suas competências com seus iguais. Não só eles, mas também seus progenitores, no que lhes propiciaram em termos de formação até agora e daqui para frente.
E é claro que nenhum pai quer que seu filho fique para trás. Até porque, aquele que desejou e sonhou é alguém cheio de qualidades, digamos que próximo da perfeição. Na escola, onde se aproxima mais e mais do mundo real, o pequeno passa a encarar desafios mais por conta própria, longe da rede familiar, dividindo o espaço e a atenção. E muitas vezes aquela criança que parecia ser tão única e especial, não é bem assim. Surge muita frustração.
Essa frustração muitas vezes é transferida para o filho que passa a ser visto como um incapaz: “pobrezinho, não consegue acompanhar a escola direito!”.
Quando em verdade não é o caso. Simplesmente é alguém mais próximo dos mortais, inclusive não conseguindo fazer determinadas coisas do modo que os pais acham que deveria. Mas como o filho real é muito distante daquele idealizado, acaba sendo alguém insuficiente.
E nessa de querer ajudá-lo, muitos pais extrapolam em seu auxílio nos afazeres escolares além do necessário. Está certo que no quesito extrapolar, as escolas às vezes se excedem e um trabalho acadêmico só dá para ser feito se os pais entrarem em ação, tamanha a dificuldade. Mas isso é outra história.
Acontece que alguns pais, por exemplo, geralmente não aceitam ou não confiam no que o filho produz. Que consequentemente passa a não confiar em si, tornando-se dependente de uma ajuda, não conseguindo assumir responsabilidades. Pois nada do que faz está bom.
É claro que as crianças precisam de auxílio de um adulto ou de uma criança mais velha quando começam na escola, naquilo que têm que fazer fora dela. No início, elas não sabem nem que precisam fazer a lição. Precisam do outro para se lembrarem e se organizarem.
Por não saberem ler ou escrever, dependem que alguém leia para elas aquilo que é para ser feito e que lhes separe o material necessário. Porém, já desde que são bem pequeninas, com seus quatro ou cinco anos, época em que iniciam as lições de casa, ninguém deve fazer por elas ou corrigir o que fizeram. Caso contrário, não vão aprender. E como a produção do adulto tem uma qualidade melhor, podem achar que nunca vão conseguir.
À medida que crescem e vão tendo um domínio da leitura e escrita, podem fazer, com o material adequado, a lição sozinhas. Na hora e lugar combinados, algo já discutidos por nós em outra coluna. A ajuda do pai só deve ser no sentido de tirar suas dúvidas ou de explicar uma lição que não tenham entendido. Jamais corrigir ou fazer por elas. Por isso, devem fazer a lição sozinhas e só recorrer aos pais se necessário.
Quando fazem a lição para o filho ou a corrigem exaustivamente, jogam para debaixo do tapete suas dificuldades e sua performance. Além de desconsiderar o que ele fez. De certo modo tentam enganar a professora, e a si próprios, quanto ao real processo de aprendizagem do pequeno. Isso não fará com que ele venha saber o que não sabe. Só tende a piorar a situação. O que se faz é negar o filho real.
E é claro que nenhum pai quer que seu filho fique para trás. Até porque, aquele que desejou e sonhou é alguém cheio de qualidades, digamos que próximo da perfeição. Na escola, onde se aproxima mais e mais do mundo real, o pequeno passa a encarar desafios mais por conta própria, longe da rede familiar, dividindo o espaço e a atenção. E muitas vezes aquela criança que parecia ser tão única e especial, não é bem assim. Surge muita frustração.
Essa frustração muitas vezes é transferida para o filho que passa a ser visto como um incapaz: “pobrezinho, não consegue acompanhar a escola direito!”.
Quando em verdade não é o caso. Simplesmente é alguém mais próximo dos mortais, inclusive não conseguindo fazer determinadas coisas do modo que os pais acham que deveria. Mas como o filho real é muito distante daquele idealizado, acaba sendo alguém insuficiente.
E nessa de querer ajudá-lo, muitos pais extrapolam em seu auxílio nos afazeres escolares além do necessário. Está certo que no quesito extrapolar, as escolas às vezes se excedem e um trabalho acadêmico só dá para ser feito se os pais entrarem em ação, tamanha a dificuldade. Mas isso é outra história.
Acontece que alguns pais, por exemplo, geralmente não aceitam ou não confiam no que o filho produz. Que consequentemente passa a não confiar em si, tornando-se dependente de uma ajuda, não conseguindo assumir responsabilidades. Pois nada do que faz está bom.
É claro que as crianças precisam de auxílio de um adulto ou de uma criança mais velha quando começam na escola, naquilo que têm que fazer fora dela. No início, elas não sabem nem que precisam fazer a lição. Precisam do outro para se lembrarem e se organizarem.
Por não saberem ler ou escrever, dependem que alguém leia para elas aquilo que é para ser feito e que lhes separe o material necessário. Porém, já desde que são bem pequeninas, com seus quatro ou cinco anos, época em que iniciam as lições de casa, ninguém deve fazer por elas ou corrigir o que fizeram. Caso contrário, não vão aprender. E como a produção do adulto tem uma qualidade melhor, podem achar que nunca vão conseguir.
À medida que crescem e vão tendo um domínio da leitura e escrita, podem fazer, com o material adequado, a lição sozinhas. Na hora e lugar combinados, algo já discutidos por nós em outra coluna. A ajuda do pai só deve ser no sentido de tirar suas dúvidas ou de explicar uma lição que não tenham entendido. Jamais corrigir ou fazer por elas. Por isso, devem fazer a lição sozinhas e só recorrer aos pais se necessário.
Quando fazem a lição para o filho ou a corrigem exaustivamente, jogam para debaixo do tapete suas dificuldades e sua performance. Além de desconsiderar o que ele fez. De certo modo tentam enganar a professora, e a si próprios, quanto ao real processo de aprendizagem do pequeno. Isso não fará com que ele venha saber o que não sabe. Só tende a piorar a situação. O que se faz é negar o filho real.
Auxílio
Assim, o pai deve ser um auxílio. Sempre. Mas só quando a criança ou o adolescente não conseguir por si só fazer o trabalho escolar. Em outras palavras, deve ser um parceiro. Um parceiro para indicar-lhe os caminhos que deverá trilhar sozinho.
Se uns pais exageram de um lado, há aqueles que se excedem por outro. Consideram que as tarefas escolares devem ser de responsabilidade do filho (o que é certo) e se negam a prestar qualquer ajuda. Deixam-no a mercê da própria sorte, exigindo-lhe os resultados.
O risco que se corre é que essa criança se sinta muito perdida e estudar, que não é coisa fácil, tornar-se mais difícil ainda. Ela não sabe nem por onde começar ou como se organizar para isso. Sem contar que poderá se considerar uma pessoa incompetente por tudo na escola lhe parecer difícil e confuso. Se é tão fácil como dizem, por que vai tão mal?
Muitos podem estar se perguntando até quando os alunos devem receber ajuda para realizar as atividades da escola em casa. Não há uma idade limite. Pode ser que às vezes mesmo as mais velhas possam precisar de uma mãozinha. E isso vai variar de uma criança para outra.
O importante é que pouco a pouco, de maneira constante, os pequenos vão se tornando mais e mais independentes para realizar seus afazeres. Caso isso não ocorra, vale a pena trocar uma idéia com a escola de modo a tentar perceber o que está acontecendo. Se há realmente uma dificuldade da criança em acompanhar as lições ou se, na ânsia de que os filhos sejam muito competentes, os pais não conseguem deixar que eles caminhem por conta própria, com seus acertos e erros."
(Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga)
Link: http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1190581-5604,00-OPINIAO+PAIS+JAMAIS+DEVEM+FAZER+LICAO+DE+CASA+PELOS+FILHOS.html
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Déficit de atenção requer diagnóstico preciso!
"Falamos da droga ritalina (metilfenidato) na semana anterior e de seu uso banalizado por aqueles que querem melhorar seu desempenho nos estudos e trabalho. A palavra ritalina é rapidamente associada ao Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). Que, por sua vez, acabou se banalizando e sendo explicação para qualquer criança agitada e que não aprendia. E que, consequentemente, acabava usando o metilfenidato.
O quadro de TDAH tem características que o definem, mas que podem também ser encontradas em outros transtornos. Por exemplo, é comum as crianças apresentarem desatenção, dificuldade de controlar seus impulsos e hiperatividade. Geralmente, elas são desorganizadas, estabanadas e não conseguem se manter em uma atividade por um longo período de tempo, passando de uma para outra sem terminar nenhuma. Nem sempre parecem ouvir o que lhes é dito, não atendendo às solicitações que lhes são feitas.
Nesse momento, muitos devem achar que seu filho ou sobrinho tem esse transtorno. Afinal, ele é tão agitadinho? Ora, é preciso tomar cuidado na hora de fazer considerações desse tipo. A maioria das crianças que conhecemos têm essas características, principalmente as mais novas.
E então, TDAH não existe? Existe, existe sim. E é um quadro bem definido. Mas como qualquer transtorno mental, o que o difere do normal não é uma questão de qualidade, e sim de quantidade. No caso, crianças portadoras de TDAH têm características parecidas com aquelas de um nível de desenvolvimento que correspondem ao seu, porém numa intensidade e severidade maiores. Seu jeito agitado e desatento prejudica sua vida em diferentes contextos, inclusive seus relacionamentos sociais, e o quadro se inicia antes dos sete anos.
Acontece que, até pouco tempo, falou-se muito dele. Muitos acharam que entendiam do assunto e passaram a diagnosticar os outros e a si próprios. Inclusive adultos que, após ler um livro sobre TDAH, tinham certeza de ter o distúrbio.
Diagnóstico
Alguns professores, imbuídos de certa autoridade, passaram a identificar muitas crianças com esse transtorno (3 a 5% da população escolar), principalmente aquelas que perturbavam o sossego da aula. Alertavam os pais que chegavam ao consultório do psicólogo ou do médico com o diagnóstico pronto e a medicação indicada. Talvez numa primeira olhada poderia mesmo parecer. Isso ainda acontece. Desta forma, colocando o problema na criança, família e escola se eximem de qualquer responsabilidade.
Porém, como disse acima, as características que a princípio identificam o transtorno, podem estar presentes em crianças sem problema algum ou que apresentam outros tipos de distúrbios. Por exemplo, crianças bastante agitadas às vezes vêm de ambientes emocionalmente patológicos. A desatenção e hiperatividade podem ser características de ansiedade ou depressão.
A criança que está com algum problema nem sempre consegue prestar atenção em outras coisas, pois seu pensamento não sai daquele ponto de angústia. Ou então, a escola está aquém ou além de suas possibilidades, sendo desinteressante para ela, fazendo com que fique desatenta e até agitada.
Alguns déficits físicos também podem levar a um comportamento de desatenção, como dificuldade de visão ou audição. E a utilização de determinadas medicações por vezes deixam as crianças bastante agitadas.
A escola é o lugar privilegiado para se perceber determinadas características das
crianças, principalmente sua capacidade de atenção, de se envolver com as atividades e sua interação social.
Se a escola levantou um problema, ele deve ser levado para um profissional competente que irá orientar a família no melhor caminho a seguir. O primeiro passo, em casos assim, é fazer um diagnóstico cuidadoso, onde se verificará o comportamento da criança em várias situações. Sempre considerando as várias possibilidades do que pode estar ocorrendo com ela.
Se ela apresentar TDAH é muito importante, se for o caso, que ela use a medicação com a prescrição e o acompanhamento de um médico competente, muitas vezes associada a outras condutas. Caso ela necessite do remédio e não o use, problemas de outra ordem podem aparecer dificultando ainda mais sua vida como, por exemplo, dificuldade de aprender e de se relacionar socialmente.
Caso não tenha o transtorno, outras questões podem surgir de modo a permitir entender o quadro e ajudar a criança do melhor modo possível. O importante é que ela seja ajudada em suas reais dificuldades. Só assim ela se sentirá compreendida. O que já será de grande ajuda."
(Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga)
Retirado do site da globo.com, link http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1181671-5604,00-OPINIAO+DEFICIT+DE+ATENCAO+REQUER+DIAGNOSTICO+PRECISO.html
O quadro de TDAH tem características que o definem, mas que podem também ser encontradas em outros transtornos. Por exemplo, é comum as crianças apresentarem desatenção, dificuldade de controlar seus impulsos e hiperatividade. Geralmente, elas são desorganizadas, estabanadas e não conseguem se manter em uma atividade por um longo período de tempo, passando de uma para outra sem terminar nenhuma. Nem sempre parecem ouvir o que lhes é dito, não atendendo às solicitações que lhes são feitas.
Nesse momento, muitos devem achar que seu filho ou sobrinho tem esse transtorno. Afinal, ele é tão agitadinho? Ora, é preciso tomar cuidado na hora de fazer considerações desse tipo. A maioria das crianças que conhecemos têm essas características, principalmente as mais novas.
E então, TDAH não existe? Existe, existe sim. E é um quadro bem definido. Mas como qualquer transtorno mental, o que o difere do normal não é uma questão de qualidade, e sim de quantidade. No caso, crianças portadoras de TDAH têm características parecidas com aquelas de um nível de desenvolvimento que correspondem ao seu, porém numa intensidade e severidade maiores. Seu jeito agitado e desatento prejudica sua vida em diferentes contextos, inclusive seus relacionamentos sociais, e o quadro se inicia antes dos sete anos.
Acontece que, até pouco tempo, falou-se muito dele. Muitos acharam que entendiam do assunto e passaram a diagnosticar os outros e a si próprios. Inclusive adultos que, após ler um livro sobre TDAH, tinham certeza de ter o distúrbio.
Diagnóstico
Alguns professores, imbuídos de certa autoridade, passaram a identificar muitas crianças com esse transtorno (3 a 5% da população escolar), principalmente aquelas que perturbavam o sossego da aula. Alertavam os pais que chegavam ao consultório do psicólogo ou do médico com o diagnóstico pronto e a medicação indicada. Talvez numa primeira olhada poderia mesmo parecer. Isso ainda acontece. Desta forma, colocando o problema na criança, família e escola se eximem de qualquer responsabilidade.
Porém, como disse acima, as características que a princípio identificam o transtorno, podem estar presentes em crianças sem problema algum ou que apresentam outros tipos de distúrbios. Por exemplo, crianças bastante agitadas às vezes vêm de ambientes emocionalmente patológicos. A desatenção e hiperatividade podem ser características de ansiedade ou depressão.
A criança que está com algum problema nem sempre consegue prestar atenção em outras coisas, pois seu pensamento não sai daquele ponto de angústia. Ou então, a escola está aquém ou além de suas possibilidades, sendo desinteressante para ela, fazendo com que fique desatenta e até agitada.
Alguns déficits físicos também podem levar a um comportamento de desatenção, como dificuldade de visão ou audição. E a utilização de determinadas medicações por vezes deixam as crianças bastante agitadas.
A escola é o lugar privilegiado para se perceber determinadas características das
crianças, principalmente sua capacidade de atenção, de se envolver com as atividades e sua interação social.
Se a escola levantou um problema, ele deve ser levado para um profissional competente que irá orientar a família no melhor caminho a seguir. O primeiro passo, em casos assim, é fazer um diagnóstico cuidadoso, onde se verificará o comportamento da criança em várias situações. Sempre considerando as várias possibilidades do que pode estar ocorrendo com ela.
Se ela apresentar TDAH é muito importante, se for o caso, que ela use a medicação com a prescrição e o acompanhamento de um médico competente, muitas vezes associada a outras condutas. Caso ela necessite do remédio e não o use, problemas de outra ordem podem aparecer dificultando ainda mais sua vida como, por exemplo, dificuldade de aprender e de se relacionar socialmente.
Caso não tenha o transtorno, outras questões podem surgir de modo a permitir entender o quadro e ajudar a criança do melhor modo possível. O importante é que ela seja ajudada em suas reais dificuldades. Só assim ela se sentirá compreendida. O que já será de grande ajuda."
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Retirado do site da globo.com, link http://g1.globo.com/Noticias/Vestibular/0,,MUL1181671-5604,00-OPINIAO+DEFICIT+DE+ATENCAO+REQUER+DIAGNOSTICO+PRECISO.html
terça-feira, 5 de maio de 2009
Bom diaaaa!!!!!!!
Tive navegando na Internet, e encontrei uns sites bem legais sobre Tecnologia na Educação. Lá vc encontra jogos, material didático, CDs, cursos técnicos, projetos de ferramentas, textos interessantes, artigos! Vale a pena conferir!
Estes são os sites:
www.edutec.srv.br
www.edutec.net
Estes são os links:
http://tecnologiasnaeducacao.pro.br/revista/index.php
http://www.cinted.ufrgs.br/renote/
Tenham uma excelente terça-feira!
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